Tem alguma duvida? Abaixo você encontrará respostas às duvidas mais frequentes relacionadas a cirurgia plástica. Clique em "leia+" para ter acesso à resposta completa. Caso ainda tenha dúvidas ou sugestões, entre em contato conosco.

  • 1. O Dr. Victor atende em outro bairro?

    Sim, às terças-feiras Dr. Victor e Dr. Noel Lima atendem em seu consultório da Barra da Tijuca, na Clínica Goa

  • 2. Qual o custo da minha cirurgia plástica?

    Cada procedimento tem um preço que está diretamente relacionado a sua complexidade cirúrgica. Diversas variáveis contribuem para o preço final da cirurgia... Leia + Alguns exemplos são: tempo de cirurgia, número de profissionais envolvidos na operação, dias de internação, uso de materiais hospitalares e drogas específicas, e em qual hospital se está realizando a cirurgia. Nós não divulgamos nossos preços sem uma consulta personalizada pois todo tratamento que proporcionamos é feito sob medida para cada paciente. Uma cirurgia plástica bem feita tem valor, e não preço; e Dr. Victor se orgulha de se atentar aos mínimos detalhes para que tudo seja feito com conforto e zelo, dando aos seus pacientes não uma cirurgia, mas uma experiência.

  • 3. Eu preciso trocar as próteses de 10 em 10 anos?

    Não. Os implantes de mama já existem há mais de 50 anos e neste tempo seu design sofreu diversas modificações e avanços tecnológicos. O que significa que hoje são mais seguros e compatíveis com o tecido do corpo... Leia + O gel é altamente coesivo e não extravasa. As cápsulas são reforçadas e portanto menos suscetíveis a rasgos ou furos. Além disto, os implantes utilizados por nós são recobertos por uma espuma de poliuretano que confere aos mesmos o mais baixo índice de contratura capsular do mercado.

  • 4. Qual o formato adequado da prótese? Qual o volume escolher?

    O formato e volume dos seus implantes dependerão de um minucioso exame físico no qual seu cirurgião faz diversas medidas. Além disto, obviamente é levado em conta seu desejo de resultado e seu biótipo... Leia + É importante ter em mente que o mesmo volume e formato de próteses utilizados em pessoas com biótipos diferentes (por exemplo: altura, largura do tórax, índice de gordura) produz resultados diferentes. Portanto, mesmo que já tenha um "número ideal" fixo na cabeça, vá para a consulta pronta para ouvir a opinião profissional do seu médico.

  • 5. Posso amamentar após cirurgias das mamas?

    Pode. A técnica cirúrgica empregada por nós não viola os ductos e glândulas responsáveis pela amamentação. Diversos estudos científicos comprovam que a mastoplastia de aumento não interfere com a amamentação... Leia + Entretanto, há de se saber que a amamentação é uma complexa atividade fisiológica dependente do correto funcionamento de diversos processos hormonais, neurológicos, e psicológicos. Portanto, mesmo mulheres sadias e não operadas podem ter dificuldades na amamentação se não houver harmonia entre todos os processos.

  • 6. Posso fazer mamografia após colocar silicone? Atrapalha com o diagnóstico do câncer de mama?

    Pode e deve. Toda mulher com mais de 30 anos, com ou sem próteses deve se submeter no mínimo a uma mamografia de dois em dois anos e auto-exame frequente. As próteses não atrapalham no diagnóstico do câncer de mama, tampouco aumentam sua incidência.

  • 7. Posso fazer cirurgias combinadas (simultâneas)?

    Sim, dependendo do caso. Algumas cirurgias podem ser combinadas e realizadas no mesmo ato cirúrgico, outras não. Embora não haja um limite estabelecido nos livros ou na lei, é consenso entre os médicos que não é desejável um tempo de cirurgia prolongado por diversos fatores, todos ligados à segurança da cirurgia... Leia + Entretanto é frequente o desejo de se realizar mais de um procedimento na mesma cirurgia, o que inclusive é mais econômico do que realizá-los separadamente. Portanto a resposta definitiva é que caberá ao bom-senso do seu cirurgião definir quais e quantas cirurgias podem ser realizadas simultaneamente. O bom cirurgião sempre se preocupará em primeiro lugar com sua segurança e uma boa recuperação.

  • 8. Operar em hospital ou clínica?

    As cirurgias devem ser realizadas em um ambiente que ofereça conforto e sobretudo segurança. Em razão disto, via de regra optamos por operar em ambientes hospitalares que contam com centros cirúrgicos completos e avançados, UTI pós-operatória, e uma equipe de plantonistas contemplando diversas especialidades médicas... Leia + Entretanto, levando-se em consideração o porte da cirurgia e as condições de saúde prévia do paciente, é possível sim operar-se com perfeita segurança em clínicas de menor porte e com alta no mesmo dia. As clínicas utilizadas pela equipe do Dr. Victor Lima nestes casos são amplamente regulamentadas pela ANVISA, também contam com CTI pós-operatório caso necessário e equipe de plantão completa (médico intensivista, enfermeiras e auxiliares de enfermagem).

  • 9. Anestesia geral ou local?

    Sempre optamos pela anestesia que proporciona maior segurança e conforto pós-operatório. A indicação do tipo de anestesia depende de múltiplos fatores relacionados com a saúde do paciente e do procedimento cirúrgico em questão... Leia + Além da consulta em consultório com o cirurgião plástico, onde todo o passado médico do paciente é esmiuçado, deve haver uma longa e franca conversa entre paciente e anestesiologista antes da cirurgia. Um plano anestésico será traçado a partir de então, com completo envolvimento e acordo do paciente e seus familiares. Consulte o link da Sociedade Brasileira de Anestesiologia para mais informações.

  • 10. Nós trabalhamos com plano de saúde?

    A maioria das cirurgias plásticas para fins estéticos, como por exemplo uma lipoaspiração ou inclusão de próteses de mama, não são aceitas autorizadas pelos planos... Leia + Entretanto, em certos casos a cirurgia plástica tem caráter reparador e portanto se torna passível de ser coberta pelo seu plano de saúde. Um exemplo são as cirurgias plásticas necessárias após grande redução de peso. Outro seria das mamaplastias redutoras em casos de gigantomastia com dor lombar. Nos casos onde o plano autoriza o procedimento cirúrgico indicado, o custo hospitalar é pago pelo plano; e os honorários médicos pagos pelo paciente são reembolsados – em parte ou as vezes integralmente.

  • 11. Minha cicatriz vai ficar boa?

    A cicatriz é um processo biológico no qual o cirurgião não tem o controle absoluto, entretanto, é uma consequência inevitável de qualquer cirurgia. Cabe ao cirurgião plástico posicioná-la no corpo da forma mais discreta possível... Leia + A qualidade da cicatriz depende basicamente de três fatores:
    Técnica cirúrgica: é como o cirurgião realiza o fechamento minucioso da ferida cirúrgica.
    Comprometimento do paciente: diz respeito ao seguimento rigoroso das orientações dadas pelo cirurgião ao paciente no pré e pós-operatório (ex: parar de fumar, uso de malhas compressivas, evitar certas atividades, evitar exposição solar, cuidados com a cicatriz etc).
    Organismo do paciente: alguns fatores étnicos podem levar a um padrão de cicatrização mais favorável, mas o corpo pode cicatrizar de maneira exagerada por razões não conhecidas. Este fator nem o paciente nem o cirurgião podem controlar.

  • 12. Como saber se o meu médico é cirurgião plástico de verdade?

    O site da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica possui uma ferramenta na qual você verifica se seu cirurgião é membro especialista desta instituição. Esta é a única e verdadeira sociedade de cirurgiões plásticos do Brasil, reconhecida pelo Ministério da Saúde e demais entidades médicas... Leia + Seu papel, além de reunir e apoiar os profissionais da área, é de educar e proteger a população, principalmente de falsos-profissionais que visam lucros de forma espúria e sem o menor apreço à saúde alheia. Apenas os médicos que possuem o título de especialistas pela SBCP são verdadeiros cirurgiões plásticos, havendo passado pelo rigoroso treinamento necessário em serviços de cirurgia plástica devidamente credenciados. Além disto, passaram por provas teórico-práticas perante seus colegas para demonstrar proficiência e pleno conhecimento da especialidade.